quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Cecília A, Horta-Velas-Horta

Fotos em 23/12/2015
Pedro Filipe e A. Dutra

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Porto da Madalena

De Boston recebemos um artigo de opinião que abaixo publicamos

Desde o começo que se falou em aumentar o Porto da Madalena eu achei o plano mal pensado e nunca fez nenhum sentido para mim meter um  porto de embarque mesmo em frente à boca do doca por onde as vagas são mais fortes.
Eu sempre pensei que simplesmente aumentado a o porto antigo seria a forma melhor e mais barata para o que era preciso.
Aumentando aquele porto deixava um dos portos pelo lado de dentro que seria sempre abrigado contra quase todos os mau tempos e bastava aumentar o antigo terminal de passageiros como vai na imagem.

Este plano deixava o terminal onde ele já estava e deixava a área do novo porto para parque de viaturas, árvores e bancos à beira-mar e ainda toda a parte do Porto Velho e a parte de fora do Porto Velho para uma marina bem abrigada onde a o novo porto.

Pode ser que o meu plano está falhado por alguma razão que não entendo mas acho um plano melhor que aquele que fizeram.

Acho que ainda vamos ter que derrubar tudo aquilo e aumentar a porto no outro lado, porque o mar de inverno, esse jamais o podemos derrubar.


Cumprimentos,
Manuel Rosa
Boston, USA

Texto e imagens enviados por Manuel Rosa

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Parquímetros no porto da Madalena

A "Portos dos Açores" está a instalar (e bem) parquímetros no parque de estacionamento principal do terminal marítimo de passageiros do porto da Madalena.

Foto em 08/07/2015

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Gilberto Mariano fora de serviço



O navio Gilberto Mariano, da Atlânticoline, encontra-se inoperacional desde a manhã de ontem, dia 2 de Dezembro, devido a uma avaria elétrica que afetou a operacionalidade da rampa de popa do navio.
De acordo com uma nota emitida pela Atlânticoline, “não existem, de momento, previsões para o regresso do navio à operação, visto que se aguarda a chegada de alguns equipamentos à Horta, necessários à sua operação”.
Atendendo a que o navio Mestre Simão ainda se encontra em manutenção, no continente, as ligações no canal Faial/Pico e no Triângulo Faial/Pico/São Jorge estão a ser asseguradas pelos navios Cruzeiro do Canal e Cruzeiro das Ilhas.


Fonte: Magazine do Triangulo

Fronteira (Video actualizado)

Imagens de Paulo Renato Garcia


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Madalena à noite

Perspectiva da vila da Madalena à noite com a presença singular da montanha do Pico iluminada pelo luar.

Foto de José Feliciano

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Mais vale prevenir...

"Portos dos Açores" previne-se (e bem) para o inverno, com reparações na iluminação exterior do antigo cais de passageiros do porto da Madalena.

Foto em 26/11/2015

Canal

Estava assim o canal esta manhã

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Conversas Atravessadas - Ilha Maior (20/11/2015)

Jornal Ilha Maior, edição 20/11/2015

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Porto "cheiroso"

A "coisa" piorou!

Mensagem:
a propósito desta "merdaleja" tenho a convicção que se o mesmo acontecesse noutras urbes mais frequentadas pela nossa aristocracia, o problema já teria sido resolvido há muito.


1ª Foto de Duarte Neves

sábado, 21 de novembro de 2015

Memórias - Porto da Madalena 1982

Porto da Madalena em 1982 (Verão)
Foto da coleção particular de Conceição Jorge

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Luis Paulo Morais na comissão de inquérito

Aos deputados, Luís Paulo Morais considerou que o acidente mortal ocorrido no porto de S. Roque se ficou a dever a “um conjunto de fatores”, nomeadamente condições de mar, cabeços, cabos e erros de projeto, alegando que tanto quanto sabe o cabeço que rebentou em S. Roque do Pico “tinha problemas de corrosão”.

“No navio não falhou nada. A responsabilidade do rebentamento dos cabeços não é da Transmaçor”, afirmou Luís Paulo Morais, sem indicar em concreto de quem é a culpa pelo sucedido nos portos da Horta, Madalena e S. Roque do Pico.
Luis Morais
Segundo o responsável, atualmente os barcos “Mestre Simão” e “Gilberto Mariano” (com os quais ocorreram os acidentes) utilizam cabos de amarração de 44 milímetros, cumprindo a imposição do projetista, da Capitania e da Portos dos Açores, mas seria melhor usar cabos de 60 milímetros, até porque os primeiros “têm um desgaste extremamente elevado, sendo trocados de dois em dois meses”.
“Para nós, esses cabos 44 não são os indicados, porque têm uma resistência menor e podem provocar mais alguns cancelamentos na operação. Gostaríamos de operar com cabos de 60 milímetros. Estamos a operar com limites de segurança”, disse Luís Paulo Morais, esclarecendo que a operação dos navios da Atlânticoline decorre com segurança. O gerente da Atlânticoline referiu que a Transmaçor cumpriu com o recomendado no ano passado e investiu na aquisição de cabo ‘antichicote’, que não estão, contudo, a ser utilizados porque se verificou que não se adequavam à operação dos navios. Tratou-se, considerou, “um péssimo investimento”, que não quantificou. “Os cabos ‘antichicote’ estão na Horta. Não podem ser utilizados nos dois navios. Foi um péssimo investimento da Transmaçor, eventualmente poderão ser utilizados no inverno nas amarrações durante a noite”, referiu o gerente da Atlânticoline.
O responsável reconheceu que ainda não existem regras definidas para a dimensão dos cabos utilizados na amarração e que a certificação dos navios não inclui a certificação da bitola desses cabos.

Fonte: 105fm
Foto: arquivo PM

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Mestre explica acidente por cabeço estar podre

O mestre da empresa pública de transporte marítimo nos Açores Atlânticoline afirmou hoje que o cabeço de amarração que rebentou no porto de S. Roque do Pico e matou um passageiro em novembro de 2014 “estava podre”.
Em S. Roque, pelo que eu vi, o cabeço estava podre. Estava lá há 30 anos ou mais. Bastava olhar para ele. Metade estava todo corroído de ferrugem. Não conheço nenhuma manutenção que tenha sido feita antes do acidente”, afirmou José Fernando na audição da comissão de inquérito do parlamento açoriano ao transporte marítimo de passageiros e infraestruturas portuárias no arquipélago, que decorreu em Ponta Delgada.
O acidente, ocorrido em novembro do ano passado no porto de São Roque do Pico, provocou a morte a um passageiro da empresa pública açoriana de transporte marítimo Transmaçor (entretanto fundida com a Atlânticoline), atingido por um cabeço de amarração que rebentou.
José Fernando referiu que, no caso do porto da Horta e da Madalena, onde também rebentaram cabeços antes deste acidente mortal, o sucedido se deveu “à má colocação dos cabeços” de amarração, e acrescentou que “não é normal rebentar cabeços nos portos”.
“Partir um cabo é normal. Agora partir um cabeço não é normal. Alguma coisa não está a funcionar bem. Em minha opinião deve-se à má colocação de cabeços e ao próprio material (de que são feitos)”, afirmou o mestre da embarcação “Mestre Simão”, que opera no grupo central do arquipélago, acrescentando que noutros portos dos Açores “não se têm partido cabeços de amarração”.
Aos deputados, José Fernando, que entrou para a Transmaçor em 1999, referiu que desde o acidente que vê tirar e colocar cabeços, mas “continua tudo na mesma, porque eles continuam na mesma posição, acrescentando que “ou fazem uma base para estarem nivelados ou não estão lá a fazer nada”.
O mestre daquela empresa reconheceu que, quer com as anteriores embarcações, quer agora com os dois novos barcos, “Mestre Simão” e “Gilberto Mariano”, os cabos continuam a rebentar frequentemente e que a atual espessura dos cabos em uso (44 milímetros) “ainda não é a adequada”, algo que já foi comunicado à administração da empresa pelos mestres dos navios.
“Se se partir um cabo, se se partir um cabeço do navio ou se se aleijar alguém a entrar ou sair do navio a responsabilidade é do navio, mas se partir um cabeço em terra, eu não trabalho em terra e eu não projetei a estrutura portuária”, afirmou o mestre, alegando que “a capacidade dos (dois novos) navios para manobras é muito boa, têm muita força, mas também muito mais peso, pelo que requerem mais cuidados nos portos”.
Segundo disse José Fernando, as novas infraestruturas portuárias na Horta, Madalena e S. Roque do Pico são “cómodas” para passageiros, mas os portos em si e as rampas “são mal direcionadas”, o que limita as operações marítimas quando está mau tempo.

Fonte: Açores9
Foto: Arquivo "porto da Madalena"

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Movimento de carga

Ontem à noite até cerca das 23:00 h o cais comercial do porto da Madalena registou mais alguma agitação do que o habitual com o serviço em simultâneo dos navios de tráfego local "Cecília A" e "Ponta da Barca".

Fotos de A. Dutra em 17/11/2015

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Ponta da Barca

Escala do navio "Ponta da Barca" dos TMG hoje (17/11/2015) no porto da Madalena

Limpeza

Esta manhã (17/11/2015) perante uma razoável "assistência",  as autoridades iniciaram os trabalhos de remoção das algas apodrecidas no porto velho deslocando para a zona problemática uma máquina giratória, uma pá carregadora, alguns camiões e uma equipa de limpeza.


1ª Foto IM

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

"Picton Castle" no porto de Lajes das Flores

Reportagem fotográfica de Tito Noia
Fotos de Tito Noia

sábado, 14 de novembro de 2015

PICTON CASTLE

Ficha tecnica por Paulo Peixoto
Nome: PICTON CASTLE.
Tipo: Navio Escola.
IMO: 5375010.
Indicativo: E5WP.
MMSI: 518000019.
Bandeira: Ilhas Cook.
Porto de Registo: Avatiu.
Numero Oficial: 14250.
Donos e Operadores: Windward Isles Sailing Ship Co. Ltd.- Lunenburg, Nova Scotia, Canada.
Classe: Lloyd's Register.
Ano de Construcao: 1928.
Estaleiro: Cochrane & Sons Ltd.- Selby, Inglaterra, Reino Unido.- Casco#1031.
Comprimento Fora a Fora: 53,65 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 45,10 metros.
Boca: 7,30 metros.
Calado: 4,45 metros.
Arqueacao Bruta: 284,00 toneladas.
Arqueacao Liquida: 85,00 toneladas.
Porte Bruto: 284,00 toneladas.
Numero de Tripulantes: 44.
Potencia de Maquina: 508,00 kW (691,00 hp). 1 helice FP.
Velocidade de Servico: 10,50 nos.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

No porto velho...

... além do cheiro horrível, os peixes morrem!