sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Lusitânia

Uma excelente foto de ontem (26/02/2015) da autoria de Kathy Rita com o navio Lusitânia a navegar entre Flores e Corvo transportando contentores de carga geral e combustíveis.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Saga Sapphire

Esteve ontem no cais comercial do porto da Horta o navio de cruzeiros "Saga Sapphire" propriedade da Saga Cruises. O navio foi construído em 1981 tem 199,63 metros de comprimento, 28,55 metros de boca, 37.049 toneladas de arqueação bruta e capacidade para 600 passageiros. O Miguel Noia esteve lá e fez reportagem...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Lusitânia

Registo do navio Lusitânia a seco nos estaleiros do porto da Praia da Vitória entre 26 e 29 de Janeiro para manutenção. É a primeira vez que esta embarcação vara naquele porto Terceirense. Anteriormente o Lusitânia utilizava a rampa do estaleiro da Madalena (actualmente inactiva).

Dragagem a chegar ao fim


 

Estão a chegar ao fim os trabalhos de dragagem do lado sul do novo cais de passageiros do porto da Madalena. O aterro que serviu de plataforma à máquina giratória já está a ser removido.
  

Entretanto continuam lá umas baixas "manhosas" que muito prejuízo já fizeram e ainda podem fazer. Espero não ter razão.

Fotos em 18/02/2015

AtlânticoLine - Carlos Reis vai ser substituído


O insubstituível presidente do conselho de administração da empresa de transportes marítimos Atlânticoline, pediu a sua demissão e sai por razões empresariais.
O gestor diz que abandona o cargo porque há responsabilidades da tutela, o governo regional, que não estão a ser cumpridas.
Na base da demissão estarão a estratégia definida para a empresa e o sub-financiamento da operação de transporte marítimo inter-ilhas deste ano. Carlos Reis sai no fim do mês.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Naufrágio no Aterro

A Força Aérea e a Marinha Portuguesa estiveram ontem à tarde envolvidas numa ação de busca e salvamento ao largo da costa sul da ilha do Pico.

Um avião C-295, um helicóptero H 101 e um barco salva-vidas, procuravam uma embarcação que tinha lançado um alerta automático de perigo, via satélite.
As buscas intensificaram-se, depois da Força Aérea ter confirmado a presença de destroços no mar, perto da zona.
As autoridades conseguiram, entretanto, contatar o proprietário da embarcação, com bandeira dos Estados Unidos, e perceberam que, afinal, tudo não passava de um falso alarme.
O velejador estava bem de saúde e em terra firme, bem longe do local onde o aparelho emitiu o sinal de perigo.
O homem explicou que, na sua última escala nos Açores, trocou o aparelho de alarme por um novo.
O velho, foi parar ao aterro sanitário de São João do Pico e ontem disparou sozinho, levando atrás de si barcos, aviões e helicópteros.
Os destroços encontrados no mar eram, afinal, lixo.

Fonte: Antena 1 Açores

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Porto das Velas e Praia da Vitória

Nota de Imprensa da Portos do Açores



− PORTOs dos açores, S.A. adjudica empreitadas em SÃO JORGE e terceira superiores a 19 milhões de euros −

 A Portos dos Açores, S.A. acaba de adjudicar três empreitadas para realização de investimentos em infraestruturas portuárias das ilhas São Jorge e Terceira pelo valor global de € 19.018.400,01 (dezanove milhões, dezoito mil, quatrocentos euros e um cêntimo), mais IVA à taxa legal em vigor, variando os respetivos prazos de execução entre os 24 e os seis meses.
 No primeiro dos casos trata-se da empreitada de “Construção do prolongamento do molhe-cais do Porto das Velas”, no montante de € 17.887.000,00 (dezassete milhões, oitocentos e oitenta e sete mil euros), mais IVA, obra que ficará a cargo de um agrupamento constituído pelas empresas Tecnovia Açores - Sociedade de Empreitadas, S.A., Somague Ediçor - Engenharia, S.A. e Marques, S.A., a qual deve ser executada em dois anos.
 Na ilha Terceira, por seu lado, vão ser desenvolvidas duas empreitadas, em concreto a “Instalação da rede de incêndios do Porto da Praia da Vitória” e a “Reparação do cais do Porto da Praia da Vitória e pavimentação do acesso ao parque de combustíveis”, trabalhos adjudicados, respetivamente à Somague Ediçor - Engenharia, S.A., por 12 meses, no montante de € 782.000,01 (setecentos e oitenta e dois mil euros e um cêntimo), mais IVA, e à Tecnovia Açores - Sociedade de Empreitadas, S.A., para execução em seis meses, no valor de € 349.400,00 (trezentos e quarenta e nove mil e quatrocentos euros), mais IVA.
 Em S. Jorge a empreitada de prolongamento do cais comercial atual e respetivo molhe de proteção, em mais 150 metros, inclui a construção de uma nova gare de passageiros, adjacente à rampa Ro-Ro para navios ferry e o reordenamento dos espaços envolventes, bem como a edificação de um armazém destinado a oficinas e garagem dos equipamentos de movimentação das mercadorias e a instalação de redes técnicas (água, energia elétrica, combate a incêndios e combustíveis), no prolongamento do cais, a par da reabilitação/beneficiação das redes já existentes.
 Na Terceira as intervenções de obras públicas adjudicadas pela Portos dos Açores, S.A. consistem na instalação da rede de incêndios e na demolição e reconstrução das lajes de pavimento do cais comercial fissuradas e/ou partidas, em quatro áreas distintas, assim como no reperfilamento do enrocamento do talude de proteção do topo do cais da infraestrutura portuária da Praia da Vitória a -12.0 metros (Z.H.) e, ainda, na pavimentação em betuminoso do acesso ao parque de combustíveis, numa extensão de aproximadamente 180 metros, cuja via de circulação automóvel apresentará dois sentidos e um perfil transversal com 7,0 metros.
 Estas três empreitadas dão corpo ao compromisso oportunamente assumido pelo Governo dos Açores na «Carta Regional de Obras Públicas 2013-2016» relativamente a investimentos nos diferentes portos da Região.

 Horta, 9 de fevereiro de 2015

 Portos dos Açores, S.A.
 [Departamento Jurídico, Administrativo e de Comunicação]

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Posto de Turismo

Decorrem em bom ritmo as obras de requalificação do antigo Mercado de Peixe e do edifício contiguo, ambos propriedade da Câmara Municipal da Madalena. Neste novo espaço o município pretende instalar um posto de Turismo, um espaço para divulgação de produtos locais e uma área para exposições.
Nem tudo são más noticias!

Foto em 04/02/215

Clube Naval da Madalena

Instituição (quase) "sem abrigo"!


Depois de uma longa batalha judicial, o Clube Naval da Madalena vai perder a sua sede social. O abandono do edifício que a instituição ocupa desde 1988, deverá ocorrer a 21/02/2015. Neste processo estiveram envolvidos o Clube Naval da Madalena e o antigo proprietário que reclamava ainda ser o legítimo dono do imóvel. O facto de não ter havido ao longo dos anos a escritura pública a dar a titularidade do edifício ao Clube, teve grande peso na decisão judicial.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Contentores para o Corvo


A Portos dos Açores decidiu estabelecer um limite máximo de carga a transportar pela grua existente no Porto das Lajes das Flores, a grua que é responsável pelo carregamento do navio “Lusitânia”, que leva carga para o Corvo. Apesar de já ter sido encontrada uma solução continua a haver descontentamentos junto dos empresários e da população.

Segundo comunicado da Portos dos Açores datado de 14 de Janeiro podem apenas ser carregados para a ilha do Corvo contentores que não excedam as oito toneladas. De acordo com o documento este é o limite suportado pela única grua existente no porto das Lajes e a utilização de outro equipamento põe em risco a segurança de pessoas e bens. Esta limitação está a gerar descontentamento pelo que a Autarquia do Corvo conseguiu junto do Governo Regional uma alternativa, como explica o presidente José Silva:

“Foi encontrada uma solução para as pessoas que recebam um contentor de 20 pés que tenha mais do que esse peso, portanto irão recebê-lo em contentores mais pequenos ou em contentores na mesma com 20 pés mas com um peso inferior, sem qualquer preocupação nem de logística nem de custos para a transfega dessas mercadorias de uns contentores para outros”.

José Lourenço contatou recentemente vários transitários sediados na ilha de São Miguel para transportar um contentor de 20 pés até ao Corvo, mas não conseguiu fazê-lo porque lhe foi dito que era impossível. No entanto, diz que o recurso a contentores mais pequenos também não lhe resolve o problema. José Lourenço:

“Não consigo fazer isso porque tenho objetos com quatro e meio, cinco metros, teria que pagar em carga de contentores em grupagem, custa 42 euros o metro cúbico, ou seja, eu pagava dois contentores de 10 pés, que custam 350 cada um, e depois tinha que pagar 42 euros”.

Gregório Domingos, comerciante, receia ainda a demora na entrega da mercadoria:

“Dá trabalho à empresa, vai demorar mais a carga nas Flores”.

A decisão é definitiva e já foi divulgada às entidades envolvidas e à população.

Fonte - Antena 1 Açores
Foto em 30/01/2015

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Deixem navegar a "Espalamaca"

Artigo de opinião por Helder Garcia
DEIXEM NAVEGAR A "ESPALAMACA"

Se ha assunto que por unanimidade, tem aprovação de todos, é decididamente a recuperação da "Espalamaca".
Ao ler o jornal "Ilha Maior", de 6 feira dia 30-01-2015, em que o sr João Alberto (responsável pela recuperação da Espalamaca), é da opinião de  que "este seria o momento certo para a decisão de colocar os motores e respetivos depósitos, uma vez que a lancha ainda não está fechada", gostaria de apelar aos responsáveis por esta decisão, para que deixem navegar a "Espalmaca" .
Na minha opinião, esta bela embarcação tem de ser considerada  um valor cultural e patrimonial de elevado valor, ao nível do que foi, e bem feito nas lanchas e botes baleeiros, que hoje vemos bem recuperados e felizmente, tiveram uma especial atenção dos responsáveis das instituições competentes.
E hoje vemos os nossos mares coloridos com estas também heróicas embarcações que constituem um excelente cartaz turístico.
Equipar a "Espalamaca" com motores, será com certeza um investimento que acarretará alguns custos, é verdade! Mas porque é que esses custos não poderão ter retorno? Como?
Para fins turísticos : Porque não criar roteiros turísticos marítimos, em que os turistas, além de desfrutarem da nossa linda natureza ( mar, paisagens, por do sol ) e ainda, pudessem saborear os nossos produtos bordo?
Na educação: Que melhor lugar para ter uma aula de história das nossas ilhas, que a embarcação mais emblemática do canal?
Porque não fazer da " Espalamaca", uma escola de formação de marinheiros, mestres e maquinistas e captação de jovens?
Porque não fazer trabalhos de pesquisa de antigos naufrágios, à semelhança do trabalho que foi feito no local onde está o "Caroline", e que hoje é um museu marinho?
Ficamos agora a aguardar se dê a a devida atenção a este assunto, e que se inicie de uma vez por todas a recuperação de outros símbolos navais como a "Calheta", os barcos do canal, ou reconstituição das pequenas traineiras, para que a nossa história seja devidamente publicada, e tenha o tratamento merecido, e com certeza não faltarão ideias e pessoas que os rentabilize.


Cumprimentos


Helder Garcia