segunda-feira, 1 de junho de 2015

Azores Fringe 2015


A abertura do Azores Fringe Festival foi com fogo no Terminal Marítimo da Madalena do Pico. 

Neste passado fim-de-semana, centenas de pessoas juntaram-se para lançar o festival internacional de artes.

Artista João Matos arrancou o evento cuspindo fogo na praça da Gare Marítima, onde bailarinas acompanhadas pelo saxofonista Daniel Pena e DJ Rudy Neves executaram vários momentos memoráveis. Coreógrafa Sofia Sousa liderou mais de uma dezena de jovens em improvisação e na obra do compositor Helder Betterncourt, The Rise 2351m.

Depois da apresentação de rua, foi a vez de mostrar o trabalho do fotografo Davide Sousa. Sessenta imagens levam o espetador numa viagem a todas as localidades da ilha montanha. De certeza vai causar muitas questões, mesmo pelos próprios residentes, para que local de onde algumas fotos foram conseguidas. Dentro do próprio Terminal Marítimo os passageiros a embarcar e desembarcar serão recebidos com esta festa de imagens deliciosas da ilha do Pico. A exposição também é possível ser vista da galeria de entrada e parte através da rua, e estará patente até ao dia 30 de Junho.

O Azores Fringe faz parte do movimento internacional que inclui cerca de 300 festivais no mundo. Deles, só o Azores Fringe recebeu o prémio de "festival mais remoto" pela entidade World Fringe. Assim, nos próximos 30 dias açorianos e visitantes podem desfrutar de arte e artistas em mais de 110 eventos em 12 municípios de 7 ilhas dos Açores. 
Texto e imagens: Mirateca Arts