sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Madalena à noite

Perspectiva da vila da Madalena à noite com a presença singular da montanha do Pico iluminada pelo luar.

Foto de José Feliciano

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Mais vale prevenir...

"Portos dos Açores" previne-se (e bem) para o inverno, com reparações na iluminação exterior do antigo cais de passageiros do porto da Madalena.

Foto em 26/11/2015

Canal

Estava assim o canal esta manhã

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Conversas Atravessadas - Ilha Maior (20/11/2015)

Jornal Ilha Maior, edição 20/11/2015

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Porto "cheiroso"

A "coisa" piorou!

Mensagem:
a propósito desta "merdaleja" tenho a convicção que se o mesmo acontecesse noutras urbes mais frequentadas pela nossa aristocracia, o problema já teria sido resolvido há muito.


1ª Foto de Duarte Neves

sábado, 21 de novembro de 2015

Memórias - Porto da Madalena 1982

Porto da Madalena em 1982 (Verão)
Foto da coleção particular de Conceição Jorge

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Luis Paulo Morais na comissão de inquérito

Aos deputados, Luís Paulo Morais considerou que o acidente mortal ocorrido no porto de S. Roque se ficou a dever a “um conjunto de fatores”, nomeadamente condições de mar, cabeços, cabos e erros de projeto, alegando que tanto quanto sabe o cabeço que rebentou em S. Roque do Pico “tinha problemas de corrosão”.

“No navio não falhou nada. A responsabilidade do rebentamento dos cabeços não é da Transmaçor”, afirmou Luís Paulo Morais, sem indicar em concreto de quem é a culpa pelo sucedido nos portos da Horta, Madalena e S. Roque do Pico.
Luis Morais
Segundo o responsável, atualmente os barcos “Mestre Simão” e “Gilberto Mariano” (com os quais ocorreram os acidentes) utilizam cabos de amarração de 44 milímetros, cumprindo a imposição do projetista, da Capitania e da Portos dos Açores, mas seria melhor usar cabos de 60 milímetros, até porque os primeiros “têm um desgaste extremamente elevado, sendo trocados de dois em dois meses”.
“Para nós, esses cabos 44 não são os indicados, porque têm uma resistência menor e podem provocar mais alguns cancelamentos na operação. Gostaríamos de operar com cabos de 60 milímetros. Estamos a operar com limites de segurança”, disse Luís Paulo Morais, esclarecendo que a operação dos navios da Atlânticoline decorre com segurança. O gerente da Atlânticoline referiu que a Transmaçor cumpriu com o recomendado no ano passado e investiu na aquisição de cabo ‘antichicote’, que não estão, contudo, a ser utilizados porque se verificou que não se adequavam à operação dos navios. Tratou-se, considerou, “um péssimo investimento”, que não quantificou. “Os cabos ‘antichicote’ estão na Horta. Não podem ser utilizados nos dois navios. Foi um péssimo investimento da Transmaçor, eventualmente poderão ser utilizados no inverno nas amarrações durante a noite”, referiu o gerente da Atlânticoline.
O responsável reconheceu que ainda não existem regras definidas para a dimensão dos cabos utilizados na amarração e que a certificação dos navios não inclui a certificação da bitola desses cabos.

Fonte: 105fm
Foto: arquivo PM

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Mestre explica acidente por cabeço estar podre

O mestre da empresa pública de transporte marítimo nos Açores Atlânticoline afirmou hoje que o cabeço de amarração que rebentou no porto de S. Roque do Pico e matou um passageiro em novembro de 2014 “estava podre”.
Em S. Roque, pelo que eu vi, o cabeço estava podre. Estava lá há 30 anos ou mais. Bastava olhar para ele. Metade estava todo corroído de ferrugem. Não conheço nenhuma manutenção que tenha sido feita antes do acidente”, afirmou José Fernando na audição da comissão de inquérito do parlamento açoriano ao transporte marítimo de passageiros e infraestruturas portuárias no arquipélago, que decorreu em Ponta Delgada.
O acidente, ocorrido em novembro do ano passado no porto de São Roque do Pico, provocou a morte a um passageiro da empresa pública açoriana de transporte marítimo Transmaçor (entretanto fundida com a Atlânticoline), atingido por um cabeço de amarração que rebentou.
José Fernando referiu que, no caso do porto da Horta e da Madalena, onde também rebentaram cabeços antes deste acidente mortal, o sucedido se deveu “à má colocação dos cabeços” de amarração, e acrescentou que “não é normal rebentar cabeços nos portos”.
“Partir um cabo é normal. Agora partir um cabeço não é normal. Alguma coisa não está a funcionar bem. Em minha opinião deve-se à má colocação de cabeços e ao próprio material (de que são feitos)”, afirmou o mestre da embarcação “Mestre Simão”, que opera no grupo central do arquipélago, acrescentando que noutros portos dos Açores “não se têm partido cabeços de amarração”.
Aos deputados, José Fernando, que entrou para a Transmaçor em 1999, referiu que desde o acidente que vê tirar e colocar cabeços, mas “continua tudo na mesma, porque eles continuam na mesma posição, acrescentando que “ou fazem uma base para estarem nivelados ou não estão lá a fazer nada”.
O mestre daquela empresa reconheceu que, quer com as anteriores embarcações, quer agora com os dois novos barcos, “Mestre Simão” e “Gilberto Mariano”, os cabos continuam a rebentar frequentemente e que a atual espessura dos cabos em uso (44 milímetros) “ainda não é a adequada”, algo que já foi comunicado à administração da empresa pelos mestres dos navios.
“Se se partir um cabo, se se partir um cabeço do navio ou se se aleijar alguém a entrar ou sair do navio a responsabilidade é do navio, mas se partir um cabeço em terra, eu não trabalho em terra e eu não projetei a estrutura portuária”, afirmou o mestre, alegando que “a capacidade dos (dois novos) navios para manobras é muito boa, têm muita força, mas também muito mais peso, pelo que requerem mais cuidados nos portos”.
Segundo disse José Fernando, as novas infraestruturas portuárias na Horta, Madalena e S. Roque do Pico são “cómodas” para passageiros, mas os portos em si e as rampas “são mal direcionadas”, o que limita as operações marítimas quando está mau tempo.

Fonte: Açores9
Foto: Arquivo "porto da Madalena"

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Movimento de carga

Ontem à noite até cerca das 23:00 h o cais comercial do porto da Madalena registou mais alguma agitação do que o habitual com o serviço em simultâneo dos navios de tráfego local "Cecília A" e "Ponta da Barca".

Fotos de A. Dutra em 17/11/2015

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Ponta da Barca

Escala do navio "Ponta da Barca" dos TMG hoje (17/11/2015) no porto da Madalena

Limpeza

Esta manhã (17/11/2015) perante uma razoável "assistência",  as autoridades iniciaram os trabalhos de remoção das algas apodrecidas no porto velho deslocando para a zona problemática uma máquina giratória, uma pá carregadora, alguns camiões e uma equipa de limpeza.


1ª Foto IM

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

"Picton Castle" no porto de Lajes das Flores

Reportagem fotográfica de Tito Noia
Fotos de Tito Noia

sábado, 14 de novembro de 2015

PICTON CASTLE

Ficha tecnica por Paulo Peixoto
Nome: PICTON CASTLE.
Tipo: Navio Escola.
IMO: 5375010.
Indicativo: E5WP.
MMSI: 518000019.
Bandeira: Ilhas Cook.
Porto de Registo: Avatiu.
Numero Oficial: 14250.
Donos e Operadores: Windward Isles Sailing Ship Co. Ltd.- Lunenburg, Nova Scotia, Canada.
Classe: Lloyd's Register.
Ano de Construcao: 1928.
Estaleiro: Cochrane & Sons Ltd.- Selby, Inglaterra, Reino Unido.- Casco#1031.
Comprimento Fora a Fora: 53,65 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 45,10 metros.
Boca: 7,30 metros.
Calado: 4,45 metros.
Arqueacao Bruta: 284,00 toneladas.
Arqueacao Liquida: 85,00 toneladas.
Porte Bruto: 284,00 toneladas.
Numero de Tripulantes: 44.
Potencia de Maquina: 508,00 kW (691,00 hp). 1 helice FP.
Velocidade de Servico: 10,50 nos.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

No porto velho...

... além do cheiro horrível, os peixes morrem!

domingo, 8 de novembro de 2015

As recomendações do Comandante Lizuarte Machado

Assim que teve conhecimento do projecto do novo terminal de passageiros, o comandante Lizuarte Machado remeteu ao Governo dos Açores, as seguintes recomendações para que o mesmo fosse alterado



sábado, 7 de novembro de 2015

Portos do Pico: erros tremendos

Artigo de Manuel Tomás na rubrica "Do maroiço espreito o mundo" no jornal Ilha Maior
A insatisfação define o homem, escrevi na carta anterior. A insatisfação aumenta quando os erros tremendos impedem a resolução dos problemas existentes ou a reparação dos surgidos. O mar galgava a terra, as obras eram feitas para evitar que tal acontecesse. Só que o mar continuou e continua a galgar a terra. Sempre que a nortada surge. A intempérie não respeita a ocasião que a gente precisa para fazer a viagem. Os últimos dias castigaram severamente o porto da Madalena. Voltou-se a falar dos erros, dos tremendos erros cometidos na sua construção. Parece que não só na
Madalena, mas aqui, no porto do Canal, mais do que em outro lugar, tendo em conta as implicações diárias que a não realização da viagem acarreta. Há muita gente a depender da viagem. São as consultas no Hospital da Horta. São as ligações para fora da região, através do aeroporto da Horta. São os trabalhos de muita gente que tem de atravessar o Canal, diariamente, para cumprir o seu horário. São os turistas que ainda atravessam o mar de um lado para o outro, apesar de em menor número. Vemos os barcos chegar ao porto sempre com muita gente a bordo. A vida desta Comunidade do Canal, por ser isso mesmo, não pode passar sem as travessias diárias. A primeira muralha do porto da Madalena esteve programada para ser executada, pelo menos, cinquenta metros mais fora, em relação à construída, disse-me João Quaresma, o senhor das Lanchas do Pico. E que nem teria sido mais cara, porque, mais fora, ainda menos profundo era o mar. Um especialista, em recente conversa, talvez inútil, na Comissão de Inqué- rito aos Transportes Marítimos do Triângulo, disse-o, que teria sido fácil fazer o (um só) porto do Pico, na Madalena e, sobretudo, muito mais barato. Também ouvi um engenheiro da Tecnovia, no tempo da construção dos portos do Pico, dizer que o de São Roque, naquele momento, seria o sétimo mais profundo do mundo. De que mundo? Na Madalena, apertaram o espaço e fizeram uma pocinha que pouco mais dá do que para umas “coisitas”. Em São Roque não cresceram o cais por causa da profundidade. E nas Ribeiras fizeram outro cais para as traineiras que
já não há e que serviu, no dia 27 de Outubro, para receber o Cruzeiro, em viagem da Horta, face aos vários cancelamentos do dia anterior e desse mesmo dia. Mas, ainda estava um dos Cruzeiros no porto das Ribeiras, onde o povo compareceu em grande número, e já o outro Cruzeiro rumava à Madalena. Mudava-se o tempo, vinha a lancha e alguém perguntava: “E se fosse a Espalamaca, teria operado com aquele mau tempo?” Como eram três concelhos e como diziam que os picarotos não se entendiam, lá resolveram fazer três espécies de porto, sem que algum prestasse para coisa nenhuma... Os portos do Pico foram erros tremendos. E nem o que se faz de novo neles vem melhorar o que antes não prestava. Basta ver a obra recente do porto da Madalena. Em todos os portos construíram o pontão da rampa para passageiros com aberturas por baixo para uma melhor circulação da água, menos na Madalena. E o da Madalena foi depois e pior. É só um exemplo, porque sobre os defeitos daquele porto e do terminal, já escrevi bastante e não me vou repetir “hic et nunc”, mas hei-de voltar sempre, que a matéria não se esgota e há ainda o “sob o ponto de vista...” O mau tempo pôs a nu as deficiências dos portos do Pico. Ou melhor, do porto de passageiros do Pico. O comercial estava operacional, mas os navios da empresa pú- blica regional de transporte marítimo não sabiam, porque lá não foram ou não quiseram ir. As autoridades ficaram muito contentes porque havia a alternativa das Ribeiras. Só numa região muito rica, como deve ser esta dos Açores, é que se podiam dar ao luxo de ter feito três portos no Pico, uma ilha de quinze mil habitantes, às vezes menos. Nenhum é seguramente de grande qualidade, média que fosse e a gente já se contentava. Até eu, que sempre reprovei a desenho no Liceu, teria desenhado o novo pontão e a nova rampa ro-ro da Madalena noutro sítio e nunca em frente à entrada do porto, por onde entram os barcos, mas também entra a
ondulação. Não é verdade, meu caro Dr. Watson? Vêm aí os novos barcos. Grandes e majestosos! No Pico, vão operar onde? As definições técnicas para as melhorias no porto do Cais do Pico continuam em estudo. Esperemos que fiquem prontas antes da chegada do novo século, ou da dos barcos grandes, já muito contestados, por vozes avisadas e por outras que estão sempre contra o que os outros fazem, todavia não querer ouvir quem sabe da poda, pode trazer prejuízos aos frutos do futuro. Três erros tremendos feitos no Pico, em três coisas parecidos com portos a sério, deviam dar que pensar. Não só está mal feito, como, pior ainda, não pode ser corrigido. Excepto se houver a coragem de deitar abaixo e fazer de novo, no local mais apropriado, como dizia o tal especialista na já referida comissão de inquérito. Continuar a dividir para reinar no Pico, fará com que o espírito de capelinha só sirva para alguns sacristães de meia tigela, que alimentam missas de uma paróquia muito pechinchinha. Os erros tremendos pagam-se, mas não se apagam.

Fotos de arquivo

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A grande "fossa" voltou!

À semelhança do que aconteceu em Outubro de 2010, desde a passada semana sente-se em toda a área circundante do porto velho da Madalena um cheiro insuportável, pestilento e nauseabundo resultado do apodrecimento de algas  Passados 8 dias o cheiro não abranda e mais uma vez está a incomodar quem cá vive, trabalha ou nos visita.

Foto em 06/11/2015

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Lusitânia

Navio Lusitânia no "porto da casa" na ilha do Corvo em Agosto de 2015.
Foto de Paulo Renato Garcia

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

ZUIDERDAM

Esteve durante o dia de ontem 01/11/2015 ancorado na baía da Horta o paquete de 285 metros "Zuiderdam". Caso para dizer "a cidade da Horta acordou mais cosmopolita..."
As imagens são de Miguel Noia
Ficha técnica por Paulo Peixoto
Nome: ZUIDERDAM.
Tipo: Passageiros/Cruzeiro.
IMO: 9221279.
Indicativo: PBIG.
MMSI: 245304000.
Bandeira: Holanda.
Porto de Registo: Roterdão.
Numero Oficial: 41220.
Donos e Operadores: Holland America Line NV- Seattle, WA, EUA.
Classe: Lloyd's Register.
Ano de Construção: 2002.
Data de Entregue: 15/11/2002.
Estaleiro: Fincantieri- Veneza, Itália.- Casco#6075.
Comprimento Fora a Fora: 285,42 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 254,07 metros.
Boca Máxima: 32,28 metros.
Pontal: 10,80 metros.
Calado: 8,01 metros.
Altura: 61,80 metros.
Deslocamento: 45,072 toneladas.
Arqueação Bruta: 82,820 toneladas.
Arqueação Liquida: 48,411 toneladas.
Porte Bruto: 10,965 toneladas.
Numero de Conves: 15. 11 para Passageiros. Numero de Cabines: 924. Numero de Camas: 2,388. Numero de Tripulantes: 812.
Potencia de Maquinas: 75,140 kW (102,162 hp), 3,600 rpm & 514 rpm. 2 hélices Azimuth, 150,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 22,00 nos.
Velocidade Máxima: 24,00 nos.
Potencia de Maquinas Auxiliares: 1,278 kw.
Numero de Caldeiras: 4.
Potencia de Thrusters: 5,700 kw (7,749 bhp).