terça-feira, 29 de março de 2016

ESPALAMACA

por José António Martins Goulart

Caros amigos e amigas das Ilhas do Canal,

A questão premente respeitante ao destino a dar à lancha "Espalamaca" obriga-me a voltar à carga.

Não me conformo com uma decisão que desonra a memória dos "lobos do mar" que, ao longo de mais de um século, serviram abnegadamente as gentes do Faial e do Pico.

A "Espalamaca" é nossa e tem de ser salva como símbolo vivo da rica História que irmana as duas ilhas do Canal.

Por isso, a "Espalamaca" tem de voltar a navegar!

Serei parco em palavras porque o tempo escasseia e urge passar à acção.

Para que a "Espalamaca" volte a navegar autonomamente é necessário adquirir dois motores, bem como os equipamentos necessários à certificação de navegabilidade da embarcação, que, devido ao estado de probreza em que se encontra o Governo Regional, terão de ser custeados por outras entidades.

Fazendo desde logo um apelo às Câmaras Municipais da Madalena e da Horta para que assumam, em partes iguais, metade da despesa da aquisição dos motores e dos gastos respeitantes ao apetrechamento complementar, venho, por este meio, assumir o compromisso público de contribuir com o montante adicional de €20.000 (vinte mil euros), condicionado à confirmação contractual - e prévia - das seguintes garantias:

1. Os grupos propulsores serão encomendados até 30 de Abril de 2016.

2. A manutenção e os custos de operação da emblemática lancha terão de ficar assegurados por um período mínimo de cinquenta anos.

3. A Espalamaca fará, pelo menos, duas viagens anuais entre a Horta e o porto do Calhau, sendo uma delas obrigatoriamente realizada no dia da festa de Santo António do Monte, para transporte de passageiros.

Horta, 26 de Março de 2016.

José António Martins Goulart

segunda-feira, 28 de março de 2016

Cruzeiro das Ilhas

Registo do navio Cruzeiro das Ilhas na ligação Velas - Madalena - Horta.

Fotos em 28/03/2016

quinta-feira, 24 de março de 2016

Agora resta-nos a Calheta

Artigo de opinião de Helder Garcia

Agora resta-nos a “ Calheta “

Está decido ! Para alguma pena nossa a lancha “ Espalamaca “, não voltará a navegar mais!

Os apelos e as vastas opiniões para que esta “ Amiga do Povo “ voltasse aos mares, não foram ouvidas.

Para os que tem o poder de decisão, não acharam importante, ou que valesse a pena gastar dinheiro em semelhante projeto!

Resta nos agora a “ Calheta “, outra embarcação emblemática, que durante décadas também foi “Amiga do Povo”.

Se não estou em erro, é propriedade da Câmara Municipal da Madalena, talvez seja uma boa iniciativa englobar a recuperação da “ Calheta “ no projeto da Casa das Memórias.

Além da recuperação do património marítimo, constituiria uma excelente oferta turística, principalmente numa altura que nosso movimento turístico tem aumentado consideravelmente.

O nosso turismo, é muito mais que o turismo de que boa cama, boa mesa, por isso são importantes boas iniciativas, que ofereçam a quem nos visita opções que dêem a conhecer a ilha.

São inúmeros os exemplos de regiões de recuperam o seu património, divulgam no, ou utilizam no para fins turísticos, como é caso da ilha da Madeira, que vende aos turistas, pequenos exemplares de atuneiros, ( alguns construídos em Santo Amaro do Pico, ou adquiridos nos Açores ).

Cumprimentos 

Helder Garcia

A ultima viagem da Espalamaca

Artigo do professor Manuel Tomás no Jornal Ilha Maior 24/03/2016

sexta-feira, 4 de março de 2016

Viagem Flores Corvo

Ligação Flores Corvo de mercadorias pelo Lusitânia esta manhã (04/03/2016)
Foto de João Nicolau

Simplesmente...

...às escuras!!