quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Lusitânia

Lusitânia foi hoje (14/12/2017) colocado a nado após um período de manutenção no Estaleiro da Naval Canal no porto da Madalena

Fotos em 14/12/2017

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Cristiano S

Viagem comercial do navio "Cristiano S" hoje (06/12/2017) ao porto da Casa na ilha do Corvo


A foto do meio é da autoria de Georgina Rodrigues

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Sunset

Sunset in Madalena city (downtown)
Photo by Isabel Simas in 04/12/2017

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Lusitânia em manutenção

Lusitânia da EBP quase em retoques finais no estaleiro do porto da Madalena
Fotos em 30/11/2017

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Memórias - Funchal na Horta



Navio Funchal no porto da Horta no final da década de 60. Presentes na foto as 3 lanchas da Empresa de Lanchas do Pico (ELP) Velas, Calheta e Espalamaca.

Navios do "triangulo"

"Gilberto Mariano", "Cecília A" e "Coral da Horta" no porto da Horta com a montanha do Pico em fundo.
Fotos de Raul Dutra Goulart em 23/11/2017

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Traineiras "Mar Profundo" e Pérola de S. Mateus" na Naval Canal

Há uma semana (15/11/2017) varou no estaleiro da Naval Canal a traineira "Mar Profundo" de armador micaelense

Hoje (21/11/2017) foi a vez da traineira picoense "Pérola de S. Mateus" do armador Eduíno Ávila


Lusitânia em manutenção

Lusitânia da EBP em manutenção no estaleiro da Naval Canal no porto da Madalena
Foto em 21/11/2017

Portos dos Açores, S.A. adjudica a empreitada de reparação no molhe-cais do Porto da Madalena


A Portos dos Açores, S.A. acaba de adjudicar a empreitada de “reparação dos danos causados pelo temporal de fevereiro no molhe-cais do Porto da Madalena”, pelo valor de 4 milhões e 420 mil euros, sendo o prazo para a conclusão dos trabalhos, a realizar pelo consórcio Mota-Engil/Etermar, de 12 meses, após a consignação dos trabalhos.
As obras projetadas têm como objetivo reabilitar as partes daquela infraestrutura portuária que foram danificadas por ondulações muito significativas registadas no final de fevereiro e incluem intervenções no muro-cortina, na plataforma do cais, isto é, nos pavimentos e redes técnicas e ainda no manto de proteção, abrangendo a cabeça do molhe.
Em concreto, está prevista a demolição e reconstrução de novo muro-cortina, no troço que colapsou e restante troço danificado, numa extensão de aproximadamente 120 metros e a reparação do manto exterior através do aumento do perímetro protegido por cubos Antifer, ao longo de aproximadamente 70 metros.
A empreitada engloba também a recarga do manto exterior com os tetrápodes, numa extensão de aproximadamente 100 metros e a arrumação da camada de cubos Antifer da cabeça do molhe principal.
Noticia: Rádio Pico

sábado, 18 de novembro de 2017

Por que não tem a nova escola das Lajes uma piscina?

Mais um excelente artigo do Dr. Manuel Tomás na edição desta semana do Jornal Ilha Maior e ao que parece (desta vez) "a culpa não é do Faial"  :)

Porque é no Pico. Senão... vejamos. Por que não tem a nova escola das Lajes do Pico uma piscina? A culpa não é do Faial! O Faial tem uma, e muito bem, na sua escola que, por acaso, até foi construída antes desta do Pico. A culpa é de quem decide que no Pico não há qualquer interesse em haver uma piscina numa escola com condições para a receber. Algumas escolas (S. Miguel, Terceira e Faial) têm piscina, coisa absolutamente natural, porque nenhuma delas fica no Pico. É a realidade. O que me custa a aceitar é o facto de a nova escola das Lajes do Pico, feita depois de algumas que têm o privilégio de ter uma piscina, não tenha merecido tal honra. Sim, deve ter sido por alguma razão, pois umas tiveram e as do Pico não. Bem sei o que andei a fazer para que na da Madalena houvesse uma piscina. Cheguei a ter o projecto feito e quase, quase a ser aprovado, mas, no último momento, lá se afundou a ideia e a piscina  porque, com toda a certeza, não havia mérito para a ter. Mas se a da Madalena falhou, não havia razão para a das Lajes também falhar. É no Pico! Só pode ter sido por isso!

Por que razão, depois de muito tempo passar, de muita água correr debaixo dos nossos pés, depois de alguns candidatos desaparecerem, o estaleiro naval da Madalena continua em estado acelerado de inutilidade, até à inutilidade final e total? Há (ou houve) um barco do Pico a precisar de manutenção, mas o enorme Estaleiro Naval não o pode (ou pôde) varar, porque uma peça daquela engrenagem não funciona (ou não funcionou) e ele terá (tem ou teve) de esperar que o Cruzeiro desça (ou descesse) para poder subir. A culpa não é do Faial! A culpa é de quem é incapaz de resolver o gravíssimo problema que aquele estaleiro representa. A sua degradação deve interessar a alguém? Se não é verdade, então por que razão não se resolve o problema? Disseram-me que, em tempos, houve um óptimo candidato, com projecto, mas não houve vontade de entender o alcance, nem dinheiro para o concretizar. A culpa não é do Faial! A culpa é de quem não tem capacidade de ver mais além.
Parece, todavia, ter havido uma culpa de alguns faialenses que se recusaram a vir para o Pico, impedindo que um voo de Lisboa-Horta (07.XI.17), desviado para a Terceira, acabasse no Pico! Dizem-me que eram 20! Se isto é mesmo verdade, e há muitas testemunhas do caso, ou a SATA, através do seu presidente, vem explicar a coisa, ou a vergonha é tão grande e a palhaçada tão anormal que ficaram tão cheios de azia que não sabem o que fazer! E o Governo, patrão da SATA, também não diz nada? Se ninguém, da SATA ou do Governo explicar o caso do dito voo, acho que ao Pico voltaram os tempos das velhas capadelas... Já escrevi que o tecto de um pavilhão numa ilha grande terá custado mais que todo o pavilhão da Escola da Madalena. Já escrevi que as portas e o ar condicionado do terminal marítimo da Horta terão custado mais que todo o terminal da Madalena. Já escrevi que até a colocação das pedras nos portos da Terceira e do Faial foram mais bem colocadas que as dos portos do Pico. Já escrevi que as instalações sanitárias dos aeroportos de S. Miguel, da Terceira e do Faial, feitas antes das do aeroporto do Pico, são muito melhores que as do Pico, sendo isto quase um ridículo pormenor no meio de obras tão grandes, mas é verdade. Ao menos que mictar e defecar no Pico fosse em iguais circunstâncias, mas não é! E quando aqui se chega, o melhor é abandonar esta constante má língua, por que as vozes de burro não chegam ao céu e para inferno já basta aquele que nos cabe em cada dia da nossa vida, para ainda nos chatearmos com coisas destas que a evidência torna ridículas por incompreendidas na comparação com o que se faz em outros sítios. Sobretudo quando as coisas picarotas aconteceram depois de ter havido as dos outros. Apenas coincidências? Mas que tristes coincidências! São os tratamentos diferenciados. Mais um: em discussão na Comissão de Economia, estiveram as petições para ampliação das pistas dos aeroportos do Faial e do Pico. A RDP-Antena1 (dita) Açores abriu o noticiário com o caso do Faial; relativamente ao Pico, colocou a notícia em 4.º lugar. NA RTP – (dita) Açores, a notícia sobre o Faial saiu no próprio dia da audição; no caso do Pico, saiu no dia seguinte. Nada de especial. Apenas formas diferenciadas de tratamento. Por cá, ainda há gente com muita saudade da saca de roupa da América. Eram restos, mas davam muito jeito. Agora diz-se, “bem bom que já foi pior”! Mas tanta diferença qualitativa em tanta coisa, se não foi de propósito, e quero acreditar que o não tenha sido, bem parece. E muitas vezes, o que parece acaba por ser. À mulher de César tanto valia ser como parecer e César exigia que, mesmo que não fosse que parecesse, nestes casos, e haverá mais, nem são coisas com a mesma qualidade das de outros sítios, nem sequer parecem. Se acham exageradas as minhas palavras, convido-vos a uma visita guiada! Nunca gostei dos bairristas que têm duas faces, consoante o jeito das coisas: se alguém elogia, eles arengam que não é assim, que nada têm; mas se criticam as faltas, logo se armam de elogios à qualidade das suas coisas que parecem ser de outro mundo. São os cramazões de sempre e de tudo. Se têm, cramam; se não têm também cramam. Somos uma ilha e há coisas que não se compadecem com divisões, para cada um melhor reinar e, tirando o aeroporto, em nada mais se vê o sentido de ilha, nem em portos, nem em hospitais, nem em escolas, nem em jornais, nem em rádios, nem em outras realizações e nem sequer sei se o Bom Jesus (o de São Mateus) faz o pleno! E talvez, tudo isto ajude a entender por que razão a nova escola das Lajes do Pico não tem piscina! Ou talvez sim! E se a culpa não é solteira, também não é sempre dos outros!

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Cecília A no porto da Madalena

"Cecília A" a carregar no porto da Madalena
Fotos em 17/11/2017 de Miguel Noia

"Cristiano S" no Corvo

Cristiano S a carregar no porto da casa na ilha do Corvo
Foto em 17/11/2017

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Lusitânia - Varagem

Varagem do Lusitânia hoje (14/11/2017) no estaleiro do porto da Madalena

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Cruzeiro das Ilhas

Cruzeiro das Ilhas foi hoje (13/11/2017) colocado a nado no porto da Madalena depois de um período de manutenção no estaleiro da Naval Canal

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Memórias - Lusitânia


Primeira viagem comercial do navio Lusitânia ao serviço da Empresa Barcos do Pico no 04/12/2002 ainda com as cores da Transmaçor

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Requalificação da Vila

Outrora uma estrutura importante do velhinho porto da Madalena, pois aqui arriavam e varavam os barcos de cabotagem que, sempre que o mar permitia, navegavam até à Horta com vinho, fruta e lenha para a "casa da luz".
A partir de 1983 com a construção do novo porto da Madalena esta rampa deixou de ter a sua função e desde então alguém achou que aquilo, sem qualquer arranjo, dava um parque de estacionamento.
O certo é que como parque o espaço era muito mau, apresentado-se mais como um enorme "buraco" urbanístico mesmo em frente à igreja Matriz que deu o nome à nossa vila. 
E assim ficou por mais de três décadas.
Finalmente é com muita satisfação que verificamos que a Câmara Municipal da Madalena vai nesta fase de requalificação do centro, fazer o merecido arranjo daquele espaço que decerto irá contribuir para o "alindamento" da nossa vila cada vez mais próxima de ser ...

Parque de... estacionamento?

Dia 05 de Novembro de 2017 às 16:05 h, não há festa do outro lado e por cá também não, a vila da Madalena está mergulhada no silencio dum Domingo qualquer de Outono mas há uma coisa que continua igual: estacionar junto ao terminal do porto da Madalena é Impossível!

sábado, 4 de novembro de 2017

Uma triste e leda viagem ao Faial - por Manuel Tomás no Jornal Ilha Maior

Este artigo do Dr. Manuel Tomás está brilhante. Por ter sido um assunto que foi "tratado" há alguns atrás neste blog (Portas do..), deixo aqui uma cópia.
Ir ao Faial nem sempre é fácil e agradável, mas quase sempre uma viagem ao Faial tem os seus momentos de alegria. Faço-o muitas vezes para ir almoçar com um companheiro especial ou para, nos últimos tempos, espalamacar e isso torna logo a viagem em algo da maior importância. Fui ao Faial, numa terça-feira. Antes, tive um encontro na Madalena, ao pequeno almoço, que isso de almoços de conversas para deitar fora estão muito caros e o orçamento continua baixo. Como demorou pouco e a sobra seria longa, resolvi dar umas voltas e queimar tempo até às onze horas e trinta minutos. O Terminal João Quaresma estava vazio, apenas algumas pessoas no bar e um ou outro necessitado das instalações sanitárias fazia a ronda pelo espaço. E logo eu, que tanto mal digo (e tão mal, talvez) daquelas instalações, tive de assistir para confirmar mais uma vez que mictar no Pico é mesmo um acto de estranha colocação dos agentes intervenientes. Um muito forte senhor, para ser simpático, tentava arrastar-se, porta adentro, para a única instalação com sanita/sifão, mas debalde o fazia, (talvez fosse melhor trazer um balde), pois nem de lado entrava no espaço de tão exíguo que ele é. Com um sinal de dedo espetado, sugeri-lhe a utilização da instalação higiénica para pessoas com necessidades especiais. Resolvido este problema, deparo-me com uma ‘bicha’ para o mictório, quase do tipo das medievais cloacas colectivas, pois havendo dois urinóis, em espaço tão diminuto e sem uma defesa entre os dois, o acto de mictar ali torna-se mesmo estranho e, como não há outro remédio, o canto do olho é obrigado a verificar o instrumento alheio, coisa deveras desagradável de se ver, sem querer. Claro que quando cheguei ao Faial, num edifício feito pela mesma empresa, Portos dos Açores, a respiração era outra porque espaço e condições não faltavam, bem como a devida protecção entre urinóis. Vou repetir: as portas automáticas e o ar condicionado da Horta devem ter custado mais do que todo o terminal da Madalena. O que é natural: havia que fazer poupanças! E que lugar mais adequado do que o Pico! E, então, a pergunta inocente, de quem não entende nada destas coisas, é: se o da Madalena foi feito depois, por que razão o terminal marítimo da Horta é mil vezes melhor? E fique claro: o do Faial é que está bem! Mas havia mais. Com a manutenção do Mestre Simão, a viagem teve de ser feita no velhinho, mas útil, Cruzeiro do Canal, que fez o serviço de lado, com a maré baixa. Havia três macas com doentes destinados ao Hospital da Horta. Uma entrou na hora certa, mas as outras duas obrigaram a uma espera de trinta minutos e a uma inusitada ginástica de introdução das macas na lancha. Eu compreendi e aceitei sem reclamar, mas vi muita gente, com horas marcadas e ligações acertadas, em uma também compreensível atitude crítica. Toda a gente sabia, os da terra com certeza, mas ninguém informou. Ainda houve mais dois doentes, transportados em cadeiras de rodas. Eu também fui ao Hospital da Horta ver um Amigo muito especial, contador de muitas histórias, fabricante de bebidas bem medidas e possuidor de uma língua afiadamente crítica, convivemos, rimos e desejei-lhe toda a sorte do mundo. E aqui se deu o lado melhor da viagem que já tinha começado, com outro Companheiro, com um bom almoço no Atlético e uma longa e proveitosa conversa sobre a vida e muita Espalamaca. Numa das mesas, ao lado, estava um grupo feminino divertido, onde pontuava uma velha Amiga, gozando de outra navegação à custa de outra Espalamaca que, dizem as medalhas e o preço, é mesmo uma bela pomada da nossa CVIP. (É VIP, é verdade, é isso mesmo na qualidade de muitos dos seus vinhos.) Na descida do Hospital para apanhar o barco, querendo fazer o exercício físico do dia, pus-me a caminho, embora desconfiado da aproximação da chuva que pairava já sobre o Canal. Acreditando ser possível chegar à Conceição, onde, desgraçadamente, nos colocaram o terminal marítimo, quando éramos muito mais felizes em Santa Cruz, com o Peter ali à mão, a chuva chegou, afinal ainda há chuva a cair, e abrigado debaixo de um portal, e ainda sem tiritar, mas temendo o pior, fui bafejado com a sorte de outro Amigo faialense de Angola que me deu boleia até ao cais. Resumindo e concluindo, esta viagem foi, de facto e de afecto, uma viagem triste e leda, como aquela madrugada que Camões cantou, e se aqui há palavras magoadas não são para tornar o fogo frio nem dar descanso às almas condenadas, antes para reclamar que apesar de tantos quererem e muito fazerem para que este Canal nos separe, a verdade é que apesar deles, este Canal uneNos, mas não podem ser sempre os mesmos a atar os nós dos laços, porque a maré quando sobe, sobe para os dois lados, mas também quando desce não devia ser só de um lado da Comunidade do Canal. E não é bairrismo doentio – ser bairrista é bom – é realidade pura e dura. Na verdade, o mais triste da viagem foi mesmo a abismal diferença de qualidade abismal entre os dois terminais marítimos do Canal. Na Horta há ar condicionado, e na Madalena há condicionamento de ar encanado: há umas esquisitas tábuas rectangulares que podem ser abertas, ao longo das paredes de vidro e ainda permitem que alguém de dentro do terminal possa estender a mão e cumprimentar alguém que esteja no lado de fora, no passeio da rua, rua onde os autocarros não passam, etc. Etc. ETC. cada vez maior. Esta é a última vez que digo que não será a última vez que falo disto!

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Frota EBP

Porto da Madalena, 30 de Outubro de 2017

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Lusitânia - A chegar ao Porto da Casa

Foto de Marco Silva (drone) 29/09/2017

Cristiano S - Rumo às Velas

Fotos de P. Coelho em 03/10/2017